quarta-feira, 27 de junho de 2012

ANÁLISE: Linkin Park - LIVING THINGS

Após meses de espera, finalmente a banda Linkin Park libera seu novo disco de inéditas, Living Things.
Após diversas entrevistas e respostas confusas por parte da banda e 2 músicas liberadas bem diferentes do que a maioria esperava o novo álbum chega com uma sonoridade familiar, porém não da maneira como muitos gostariam.



O disco começa com uma introdução eletrônica que revela a primeira música do disco, a poderosa e surpreendente Lost in The Echo, uma música que poderia muito bem estar no primeiro disco da banda, Hybrid Theory, e que surpreende pela volta do estilo ''antigo'' de rappear do vocalista Mike Shinoda. Outra grande surpresa fica pela volta das guitarras como elemento ''principal'' da música misturada com a bateria e baixo potentes, formando um peso característicos dos primeiros sucessos da banda. A melodia cantada por Chester deixa tudo mais animado e o eletrônico constante durante a musica não deixa o som se tornar vazio em momento algum. Provavelmente essa música agradará todos os tipos de fãs da banda, dos mais antigos aos mais novos.

A segunda música, In My Remains, poderia muito bem se encaixar num Meteora ou Minutes to Midnight e tem cara de Single. Novamente começa com uma introdução eletrônica(algo que se tornará comum nesse álbum, ja vou avisando). A melodia dela lembra os sucessos chicletes da época do Meteora, o riff de guitarra apesar de ser bem simples se torna essencial para passar o sentimento principal da música. Até mesmo uma linha bem aparente e bacana de baixo pode ser vista no segundo verso da música. A melhor parte da música realmente vem a partir do Bridge, em que o vocalista Mike Shinoda canta um trecho que se repete até o fim da música ''Like an army falling / one by one'', impossivel não comparar com o momento de climax da música The Catalyst.

Burn it Down e Lies Greed Misery ja foram analisadas por aqui.

A Quinta música, I'll Be Gone, também inicia com uma introdução eletrônica(eu avisei) e é a mais grudenta desse álbum. Ela não tem muitos diferenciais, o forte fica para a voz de Chester e os riffs de guitarra ao fundo. O Violino que foi tocado por Owen Pallet mal aparece na música, poderiam ter deixado o violino como elemento principal em alguma parte da música, sem tantos riffs e bateria por cima. A música em si não é ruim, mas é repetitiva e grudenta. Boatos dizem que será o novo single, provavelmente a melhor escolha após Burn it Down.

A sexta música, Castle of Glass, é uma das maiores surpresas de toda a carreira da banda. A música começa com uma introdução feita nos teclados e logo após entra ambos os vocalistas cantando quase que 100% da música juntos. O grande diferencial da música é o estilo meio ''folk'' que ela trás, unindo ao lado eletrônico que a banda vem seguindo se torna algo novo na carreira do Linkin Park e praticamente inédito comparado a qualquer coisa que eu ja tenha ouvido. A bateria é constante durante a música e a guitarra ajuda a dar um brilho maior a música.

Victimized, a sétima música, é um porradão que pode ser denonimada como ''Heavy Metal'' Linkinparkiano.  Achei os gritos de Chester(''Victimized! Victimized!'') um pouco forçados na música, mas o rap de Shinoda é o ponto principal unido a bateria que está entre as mais monstruosas da carreira da banda. Essa música é o começo da parte mais peculiar do CD. Essa música em questão algumas pessoas gostaram muito e outras odiaram, vale a pena ouvir e tirar próprias conclusões.

A oitava música, Roads Untraveled, é uma das mais bonitas da banda e trás no vocal principal Mike Shinoda, lembrando levemente a música In Between. Vale ressaltar a evolução vocal de Shinoda desde suas primeiras tentativas no CD Minutes to Midnight. O que pode irritar um pouco quem escuta a música são os barulhos de ''sino'' que tocam no fundo da música praticamente durante toda ela. Foi uma das reclamações que mais ouvi durante as primeiras audições da música. Tirando esse pequeno detalhe a música é muito bonita com melodias viciantes e letra bem construída.

A nona música, Skin To Bone, me lembrou muito um Reggaeton eletrônico, é provavelmente uma das mais esquisitas do álbum e não tem cara alguma de single. Tem uma batida eletrônica contagiante e um baixo eletrônico bem bacana. Os gritos de ''ohhhh'' de Chester durante a música lembram a música do álbum anterior When they come for me. Essa é provavelmente a música mais ''A Thousand Suns'' do álbum.

A décima e mais esquisita música do álbum se chama Until it Breaks. É dificil explicar essa música e tampouco compará-la com outra, a música foi composta de 4 demos distintas que não estavam funcionando bem em separado mas ficaram bacana juntas(palavra do próprio Shinoda durante uma entrevista). Devo dizer que estranhei bastante ela de primeira, mas após algumas ouvidas ela até se torna legal. O Rap de Shinoda lembra a fase Fort Minor. A melodia que Chester canta é bem bacana e o instrumental de fundo me lembra muito as músicas ''medievais''. No fim ainda sobra tempo do guitarrista Brad Delson soltar a voz em um trechinho (o que para muitos matou a música, mas devo dizer que achei bem interessante).

A décima primeira e décima segunda faixas, Tinfoil + Powerless, podem ser contadas como uma única faixa. Devo dizer que desconfio que a música foi cortada apenas para evitar um ''radio edit'' da música Powerless. Foi dito durante uma entrevista que ''Tinfoil'' era pra ser a música completa, mas os membros da banda acharam que ficaria muito massivo uma música tão longa e encurtaram ela e separaram em um instrumental e uma música. Analiso ambas juntos pois achei Tinfoil bem desnecessária e só é útil como introdução para Powerless. Felizmente Powerless é uma ótima faixa de encerramento, a nível de todas as ótimas faixas de encerramento de álbum que o LP ja fez. A voz de Chester é impecável e o eletrônico mais os elementos instrumentais da música são bem bonitos e combinam com o tema da música. No final ainda sobra tempo de um semi-solo de guitarra(estilo Burning in the skies) e um coro da banda ''ohhh ohhhh ohhhh'' que deixam a música ainda mais poderosa, lembra um pouco o momento de climax de Iridescent do álbum anterior.

Após um álbum bem diferente o Linkin park consegue criar outro álbum com características inovadoras dentro do seu contexto e consegue abocanhar um público que desejava algo mais familiar e, apesar de ter seus altos e baixos como todo CD e ter algumas músicas mais estranhas, o álbum consegue agradar a gregos e troianos.

Infelizmente sempre terá aqueles que reclamarão do caminho que a banda seguiu e, em minha opinião, após 3 álbuns diferentes do som inicial da banda, já é hora de largar ela e procurar algo que lhe pareça melhor.

A banda cumpriu o que prometeu e deu um pouco de cada fase nesse álbum. Para aqueles que esperavam algo inovador como ''A Thousand Suns'' podem se decepcionar, mas o álbum segue a qualidade do álbum anterior e trás letras muito boas unidas a gritos, raps, guitarras, eletrônico e tudo mais que a banda já mostrou durante todos esses anos.

Como pontos negativos posso citar a falta de solos de guitarra, que foi uma das surpresas do CD Minutes to Midnight. Mas talvez solos não funcionassem nessas músicas.

Apesar disso o Linkin Park mostra que está escolhendo um som a seguir e definindo-se entre os estilos Rock Alternativo e o Eletrônico, resta agora esperar o próximo álbum da banda e ver que novas surpresas eles nos darão.

Nota: 8.5/10

Linkin Park conseguiu agradar a todos os tipos de fã e finalmente estão se definindo em um estilo. As experimentações foram boas e as músicas tem cara de hits. Peca pela falta de solos. 



NEWS: Muse lança Single que será tema das olimpíadas

A banda britânica Muse lançou o primeiro Single do seu novo CD, The 2nd Law, e revelou que a música será usada como tema para os Jogos Olimpícos de Londres.



O Vocalista da banda, Matt Bellamy, revelou que escreveu a música pensando nos jogos olimpícos e por isso abordou nela temas como superação, dedicação e vitória.

Confira abaixo a música nova, ''Survival'':


sábado, 9 de junho de 2012

VALE A PENA OUVIR: Raimundos

Estreando um novo modelo de tópico aqui no Blog, o VALE A PENA OUVIR!
Postarei aqui bandas ou músicas que eu achar interessantes, sem me preocupar com notas ou avaliações, apenas por diversão e compartilhamento.
Para estrear, ninguém melhor que uma das bandas mais marcantes do rock nacional: Raimundos.

Muitas pessoas desconsideram o Raimundos atual e outras até esqueceram deles após a saída conturbada do ex-vocalista da banda, Rodolfo, e do baixista Canisso - que voltou para a banda um tempo depois.
Digão - fundador da banda, guitarrista e atual vocalista - consegue não apenas substituir Rodolfo, mas sim criar um Raimundos tão bom quanto, ou até melhor, se comparado ao antigo.

Outro destaque do Raimundos atual é o Baterista, Caio Cunha, que dá um peso a mais nas músicas antigas com seu jeito mais ''metal'' de tocar bateria.

Abaixo, videos do DVD Roda Viva gravado em 2010.

Vale a pena conferir!




sexta-feira, 8 de junho de 2012

ANÁLISE: Linkin Park - LIES GREED MISERY

Como falado aqui no Blog, o Linkin Park em breve lançará seu quinto álbum de estúdio, intitulado Living Things. O Álbum está previsto para dia 26 de junho.

A banda criou um jogo de interação mundial entre os fãs, no estilo ''Scavenger Hunt''. O jogo consistia em diversas pistas dadas pela banda, em diferentes lugares pelo globo e a cada nova pista um novo local era indicado, e até mesmo o brasil esteve no mapa da brincadeira. 
Após algumas semanas procurando pistas pelo mundo eles liberaram mais uma música que foi tocada numa rádio americana no dia 24 de maio e, para felicidade geral dos fãs, entregaram a música em qualidade de estúdio para um dos membros que participou do Scavenger Hunt e deram permissão para ele liberar por toda a internet.

A música, que até então não se sabe se será single, se chama LIES GREED MISERY, e tem um tom um pouco diferente do single anterior, BURN IT DOWN
Se BURN IT DOWN tinha um instrumental simples e não tão presente, como músicas como Numb e Breaking The Habit, aqui o atrativo da música é justamente o eletrônico e instrumental que preenche a música toda. 

Assim como BURN IT DOWN podia ser comparada a uma música ''hit'' do Meteora com a melodia do Minutes to Midnight, LIES GREED MISERY já pode ser comparado ao peso e expressão do Hybrid Theory, com o eletrônico do A Thounsand Suns.

As guitarras se fazem um pouco mais presentes nessa música, principalmente na versão ao vivo, e o eletrônico é basicamente um soco na cara do ouvinte, com um peso que lembra muito a experimentação feita na música Wretches and Kings, do álbum anterior. 
O baixo novamente se torna quase imperceptivel, ainda mais com tantas coisas tocando ao mesmo tempo, ponto negativo novamente nesse quesito. Porém, o baixista Dave Farrel se ocupa em manejar um instrumento eletrônico durante a música, fazendo um tipo de baixo ''eletrônico'' durante o rap de Shinoda.
A bateria rouba a cena na música, com uma batida que te faz querer se mexer toda vez que escutar a música, acompanhada de uma competente batida eletrônica.
Novamente Brad Delson, o guitarrista, utiliza de seu lado multi-instrumentista e durante a versão ao vivo da música toca um PAD eletrônico enquanto o vocalista Mike Shinoda se encarrega das linhas de guitarra.

Falando em Mike Shinoda, se na música anterior ele tinha voltado um ''pouco'' ao estilo de rap do passado, nesta música aqui ele renasce totalmente e volta a utilizar raps que lembram muito o Shinoda da época do seu CD solo, Fort Minor
Chester canta durante o refrão de um jeito um pouco incomum, e com um efeito talvez até exagerado na voz, o que faz seu vocal não ser tão expressivo no refrão como era na música anterior. 
A surpresa fica na parte final da música em que assim como grandes hits do passado como A Place for My Head e One Step Closer, chester se esguela gritando ''YOU DID TO YOURSELF'', no melhor estilo ''shut up when i'm talk to you''.
A letra, que é no estilo dos primeiros dois CDs, apesar de ter frases expressivas como ''eu quero ver você se engasgar nas suas mentiras/ engolir sua ganância/ sofrer sozinho com sua infelicidade'' pode soar um pouco infantil se comparado as letras dos últimos dois álbuns mesmo mantendo a qualidade geral da última música pode ser visto como um retrocesso se comparado a qualidade lírica dos álbuns anteriores.
Outro ponto que deve ser ressaltado é a a duração da música que tem menos de 3 minutos o que pode acarretar em uma sensação de ''quero mais'' por parte do ouvinte pois a música termina realmente de forma muito abrupta. 

LIES GREED MISERY pode ser uma surpresa desagradável para aqueles que esperavam uma música como BURN IT DOWN ou também pode ser algo positivo para aqueles que esperavam algo como os primeiros sucessos da banda.
Se você esperava algo mais energético como os primeiros dois CDs, essa música dá um gostinho do ''velho Linkin Park''.
Se você esperava uma música com maior qualidade e complexidade que BURN IT DOWN, talvez essa música não lhe agrade.

LIES GREED MISERY é uma boa música do Linkin Park, assim como BURN IT DOWN, porém pode não fazer tanto sucesso por não ter tantas características de ''hit'' quanto sua antecessora, mas mantém a energia prometida pela banda e que esperamos ter em muitas músicas do álbum Living Things.

Nota: 7.0/10 

Outra boa música do Linkin Park, apesar de não ter a mesma estrutura de hit do single anterior, pode agradar a fãs mais ávidos por músicas energéticas como as do primeiro CD.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

NEWS: Novo álbum do Muse

A banda de rock britânica Muse acaba de lançar um trailer do seu novo álbum, com o titulo de ''The 2nd Law''.
O título pode remeter a segunda lei da termodinâmica, de acordo com as teorias dos fãs.

É algo natural o Muse nos trazer elementos psicodélicos e diferentes nos álbuns, e este trailer já nos mostra que podemos esperar algo extremamente diferente neste novo cd, com elementos sinfônicos ja característicos do Muse e no fim ainda temos, para surpresa geral, uma pitada de eletrônicos que lembra Dubstep.

O lançamento do álbum novo esta previsto para dia 16/17 de setembro e o primeiro single para meados de julho.


É esperar pra ver.


ANÁLISE: Linkin Park - BURN IT DOWN

BURN IT DOWN é o primeiro Single do novo álbum da banda californiana Linkin Park.

O novo álbum, intitulado Living Things, é o quinto álbum de estúdio da banda, que pretende voltar as suas raízes com a fórmula que foi usada em seu primeiro álbum, Hybrid Theory, mesclando os diferentes gostos musicais dos integrantes.
A banda prometeu trazer elementos de todos os 4 álbuns que lançou e esse primeiro single já mostra essa promessa na prática.

Diferente do trabalho anterior, A Thousand Suns, a música BURN IT DOWN mostra um som mais familiar para os fãs da banda e abandonam o experimentalismo, com efeitos eletrônicos que lembram dois dos maiores hits do Linkin Park, Crawling e Numb, uma guitarra base simples presente no refrão da música e uma letra grudenta aliada aos potentes vocais de Chester Bennington, a música escolhida para primeiro single foi uma boa opção.

Com uma fórmula que remete as músicas antigas do LP, até mesmo Mike Shinoda volta a ''rappear'' com estilo antigo, sempre em constraste com a poderosa voz de Chester, o que não era feito a algum tempo nos CDs do Linkin Park (Mike havia testado o canto em diversas músicas do disco A Thousand Suns e utilizou o rap de uma maneira diferente do que nos CDs mais antigos).
Com a classe de sempre, apesar de ser por pouco tempo, Mike Shinoda apresenta um bom rap, no bridge e no final da música, e toca teclado durante em quase todo o resto dela - o que dá um gostinho do que podemos esperar dele no resto do CD.
Chester, assim como sempre, apresenta uma voz impecável, numa melodia que lembra as músicas do Minutes to Midnight e, apesar de não utilizar letra densa nem política como as do álbum anterior, ainda mantém a qualidade das letras dos álbuns anteriores e deixa o significado da letra em aberto para livre interpretação dos fãs.

O instrumental, porém, fica um pouco aquém daquilo esperado pelos fãs dos trabalhos mais novos da banda, a guitarra é bem simplista, com apenas 2 acordes na música toda, e os sintetizadores apesar de bem marcantes também são simples e se repetem pela música toda.
A bateria é misturada com a bateria eletrônica e acaba a ter um efeito bacana, mas que pode se tornar repetitivo se você prestar atenção apenas nela.
O baixo é quase imperceptível durante a música, ao contrário de músicas de discos anteriores como Given Up e The Catalyst em que o instrumento estava bem marcante, nesta música ele passa quase que despercebido com tantos outros sons ao mesmo tempo.
Algo curioso é que Brad Delson, o guitarrista da banda, toca teclados no momento em que Mike Shinoda começa o Rap, mostrando o lado que o guitarrista pretende seguir desde o CD anterior, transformando-se em mais um multi-instrumentista da banda.

Apesar da simplicidade instrumental, BURN IT DOWN não chega a ser ruim, apenas não tem a complexidade instrumental dos últimos dois álbuns, e lembra muito mais a simplicidade de músicas como Numb e Breaking The Habbit, em que o foco maior é a melodia principal e não os instrumentos.
Para aqueles que esperam solos de guitarra como da música What i've Done ou um instrumental um pouco mais variado e complexo como Waiting for The End, a música pode ser um pouco simples demais.

Apesar disso, BURN IT DOWN tem um ''Q'' de Numb, e, pelo refrão marcante e os vocais que nunca decepcionam, pode se tornar o novo hit da banda.
A banda vem investindo pesado no marketing da música e anda tocando em diversos programas de TV.
Também já está sendo tocado no setlist da banda e está agradando o público em geral, que anda até cantando a música recém lançada como se ja fosse sucesso.
Por isso, apesar da simplicidade, a música pode cair no gosto do público e virar mais um dos hinos da banda.

É esperar pra ver o novo álbum, e ver que tipos de música o Linkin Park criará com os elementos dos álbuns anteriores.

Nota: 7.5/10


Música boa, vale a pena ouvir, porém pode ser simples demais se você procura um instrumental mais trabalhado.

Abaixo podemos ver o clipe da música que foi dirigido novamente pelo DJ da banda, Joe Hahn, e mostra todos os efeitos já presentes nos clipes do álbum anterior, como slow motion e efeitos visuais muito bem trabalhados.


Bom, primeiro post do blog.

Pretendo aqui escrever sobre música em geral, do pop ao rock, sem pré-conceitos ou rótulos, apenas como bom amante da música em geral. Reviews, críticas e análises de diversos estilos musicais lhe esperam nesse blog.

E também divagações sobre o mundo da música em geral.

Seja bem vindo a essa história e espero que goste de ler tanto quanto eu gosto de expor o que eu penso. 

Obrigado desde já.